Depois das revelações na França, foi de Portugal que chegou até o Vaticano o pedido para a consagração do mundo ao Sagrado Coração de Jesus.
A condessa alemã Maria Droste zu Vischerig, depois Irmã Maria do Divino Coração em Portugal, ofereceu-se como vítima de expiação pelo país e seu clero, que vivia uma grande desordem.
Nesse tempo, as promessas de Paray-le-Monial estavam quase esquecidas...
Em Roma, o Grande Papa Leão XIII era já de avançada idade. O
seu pontificado tinha sido glorioso, mas faltava-lhe uma última pérola
para a sua coroa de glória. Diz-se que ele próprio tinha recebido a
inspiração diretamente do Céu, mas não se atrevia a levá-la a cabo.
Por isso, o Coração de Jesus renovou o pedido, já feito no íntimo de Leão XIII, à Irmã Maria do Divino Coração: a Consagração de todo o gênero humano ao Sagrado Coração de Jesus.
Leão XIII não só fez a Consagração do mundo em 11 de junho de 1899, como
ordenou antes um Tríduo durante o qual foram cantadas as Ladainhas do
Coração de Jesus, doravante em pé de igualdade com as do Santíssimo Nome
de Jesus.
